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Portugal está a rever a rede de urgências, mas os percursos dos doentes ainda não mudaram

O Ministério da Saúde prevê concluir até ao final de novembro o trabalho técnico sobre novas respostas regionais ou centralizadas. Esta revisão ainda não altera os serviços a que os doentes devem recorrer hoje.

EM RESUMO

Até ser anunciada uma alteração operacional concreta, deve continuar a consultar a informação atual do SNS e a utilizar o SNS 24 ou o 112, consoante a gravidade da situação.

  • Um grupo de trabalho ministerial está a rever a rede nacional de urgência e emergência.
  • O Ministério da Saúde prevê identificar até ao final de novembro outras respostas que possam funcionar de forma regional ou centralizada.
  • A avaliação abrange capacidade, profissionais disponíveis, especialidades, acessos e circuitos de referenciação.
  • O calendário da revisão, por si só, não fecha serviços nem cria novos percursos para os doentes.
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O objetivo da revisão

O Ministério da Saúde está a realizar trabalho técnico para identificar situações em que a resposta de urgência possa ser organizada a nível regional ou centralizado. O calendário atual aponta para a apresentação de conclusões até ao final de novembro.

Este trabalho decorre de um despacho ministerial de junho que determinou a atualização da Rede Nacional de Urgência e Emergência. O grupo deve analisar os locais mais adequados para diferentes graus de complexidade clínica e a articulação entre hospitais, emergência pré-hospitalar e circuitos de referenciação.

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O que será analisado

A avaliação deverá considerar a capacidade instalada, os profissionais disponíveis, a cobertura das especialidades, os acessos e os percursos utilizados na transferência de doentes entre serviços. A urgência de ortopedia em Lisboa e Vale do Tejo é uma das áreas referidas na informação atual.

O enquadramento legal permite que duas ou mais unidades locais de saúde próximas organizem uma resposta regional centralizada quando não seja possível garantir em segurança o mesmo serviço em todos os hospitais. Qualquer alteração concreta exige, no entanto, uma decisão operacional própria.

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O que ainda não mudou

O prazo de novembro não altera, por si só, os horários de uma urgência, as regras de referenciação ou o hospital a que uma pessoa deve recorrer hoje.

Uma proposta também pode ser modificada antes de entrar em funcionamento. Considere como provisórios os mapas, as datas e as especialidades afetadas até a entidade de saúde responsável publicar a decisão operacional para a região em causa.

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Como utilizar os serviços neste momento

Perante uma doença que não represente risco de vida, consulte a informação atual sobre os serviços disponíveis e contacte o SNS 24 para triagem e orientação clínica. A disponibilidade pode variar por especialidade e por data, pelo que uma indicação recebida numa visita anterior pode já não ser a mais adequada.

Ligue 112 numa situação grave ou com risco de vida. Siga as indicações dos profissionais de emergência em vez de alterar o percurso com base num anúncio de política de saúde ainda sem aplicação concreta.

O QUE FAZER A SEGUIR

O que pode fazer agora.

  1. 01

    Consulte a informação atual do SNS para tomar uma decisão hoje.

  2. 02

    Ligue para o SNS 24 para obter orientação clínica numa situação não urgente.

  3. 03

    Ligue 112 numa emergência grave ou com risco de vida.

  4. 04

    Aguarde uma decisão regional concreta antes de alterar o hospital a que recorre habitualmente.

Última revisão25 de agosto de 2026

Texto preparado pela Redação do Portugal Hub. Trata-se de informação geral; confirme as decisões jurídicas, financeiras e de segurança à luz dos factos atuais do seu caso.

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